Confraria do Atum

Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

Quando as fronteiras se diluem...

Fármaco abortivo vendido ilegalmente na Internet

Diz o Público:
Duas pessoas foram detidas ontem, em Madrid, por venda ilegal, através da Internet, para vários países, nomeadamente Portugal, de um medicamento abortivo com graves efeitos secundários.
Os detidos, para além de enviarem doses do fármaco para várias cidades espanholas, tinham compradores em Portugal e na Suíça.(...) Por oito pastilhas de Cyotec, quantidade que diziam segura para assegurar o aborto, cobravam cem euros e outros 15 para gastos de envio. Numa farmácia, uma caixa de 40 comprimidos custa 10,40 euros. (...) Segundo o comunicado policial, os efeitos secundários do fármaco, vendido mediante receita médica, podem ter consequências imprevisíveis. Pode provocar vómitos, hemorragias, dor abdominal, ansiedade, confusão, depressão e nervosismo.A bronquite, pneumonia, edemas, arritmias, quebra de tensão, hemorragias vaginais são outros dos efeitos secundários que pode provocar este medicamento .Pode acontecer, no caso do aborto não ser bem sucedido, que o bebé nasça com malformações, atrasos mentais e até paralisia cerebral.(...)


E então, vamos continuar com a hipocrisia?

Terça-feira, Dezembro 26, 2006

Em reflexão

... até à entrada no novo ano...


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foto: daqui

Sexta-feira, Dezembro 22, 2006

Contra-corrente

Eu cá estou no espírito...

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Feliz Natal!!!

Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

Paz, Amor e o Orgasmo Global


Alerta!!!

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Foto: daqui

Amanhã, pelas 15h00, decorrerá uma manifestação pela paz e o amor. Os participantes comprometem-se a praticar sexo para obter a paz na Terra. ‘Orgasmo Global’ é uma iniciativa de activistas norte-americanos que defendem que a libertação de energias no clímax do acto sexual trará a paz ao Mundo.

Desconhecia estas desculpas para se fazer sexo…há cada uma! Além do mais estou para saber se a minha entidade patronal me dispensa a esta hora ou se poderei juntar-me a esta manifestação no meu local de trabalho!

Mais amigos

Quase toda a gente gosta de ter amigos espalhados pelo mundo.... o que se poupa em hosteis. Ainda assim, e correndo o risco de ser desagradável, eu gostava que o Burton, o Dimitry, o Adrien, a Gwendoline, o Bert, o Terrance, a Edna, a Tisha, o Paul, o Damien, a Janet, o Tyson, a Emery, o Jerri, a Debora, a Jena, a Betha, o Cleo, o Kurt, a Trey, o Chuck, o Earl, a Melony, o Cot, o Napoleon e o Dragon Ball parassem de me contactar. Estou grata pelos vários emails mas:
- eu não quero saber o que é OEM software
- eu não ganhei dinheiro em casinos
- eu não ando a precisar de viagra a baixo custo
- o mesmo se diz em relação ao valium e ao xanax (estes ainda vou pensar mais uma vez ou outra)
- de momento não preciso dos serviços de um Physicians Adult Daycare
- já fui informada e fiquei muito satisfeita por saber que a FDA aprovou new labels for C1alis New Low Price Store
- e não me anda a apetecer muito aumentar o meu pénis

A todos, um feliz Natal, mesmo ao Dragon Ball

Quarta-feira, Dezembro 20, 2006

Violência doméstica conjugal

A Associação Sindical de Juízes considera que não pode haver crime de violência doméstica quando o casal é composto por duas pessoas do mesmo sexo.

Há casos em que se pede aos juizes que vão à frente do direito e que possibilitem a sua transformação, provando que a lei existente é má - por exemplo, apesar da lei existente, não condenarem à prisão as mulheres que interrompem voluntariamente a sua gravidez. Noutras situações, é lhes pedido tão somente que interpretem a lei despedidos de preconceitos sociais. Há leis, que apesar de não serem brilhantes, comportam um potencial emancipatório porque são o único garante da salvaguarda de dos direitos humanos envolvidos e da mudança de práticas sociais enraizadas que atentam contra os mesmos. É, sem dúvida, o caso da violência doméstica, que será assim designada textualmente com a reforma do Código Penal. Agora, se os juizes, certos juizes, insistirem em fazer juizos de valor sobre a posição das mulheres na relação conjugal ou tecerem considerações sobre as relações conjugais entre pessoas do mesmo sexo, não há lei escrita que nos valha.

P.s. Um dos argumentos é que não existe uma "relação de superioridade física do agente em relação à vítima", por serem ambos do mesmo sexo. Então, e a violência moral e psicológica? Então e no caso da violência de mulheres contra homens, onde está o ónus da superioridade fisica?

Terça-feira, Dezembro 19, 2006

Lisa Ekdahl - It had to be you

há dias assim, para me concentrar preciso deste tipo de som...

o meu destino de hoje...

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19/12/2006
Aproveite esse dia para poder se expressar e não fique de lado, achando que se mostrar seu talento estará exibindo seu ego. Não é sempre que encontram pessoas criativas como você.


não sei porquê, mas gosto particularmente da parte das pessoas criativas...pronto, podem dizer que comecei bem o dia!

A Carolina Salgado segundo o povo

A Carolina Salgado é uma mulher do mal. E o povo percebe porquê. Trabalhava num bar de alterne. O povo bem sabe que mulher que trabalha num bar de alterne é prostituta. Prostituta, não prostituída, que essa Carolina Salgado vê-se bem que gosta dessa vida. Destruiu um casamento, o do Sr. Pinto da Costa, que, coitado, se sentiu tentado por aquela mulher mais nova cheia de manhas. Os homens tentam-se, está-lhes no sangue. O povo sabe que as mulheres que trabalham em bares de alterne têm por objectivo acabar com casamentos até então felizes. Que o digam as mães de bragança. Elas toparam-nas a tempo. Vá lá que a Carolina Salgado não é brasileira. Ora, como diz o povo, é uma mulher que "a sabia toda". E o povo nunca gostou de mulheres que "a sabem toda". O povo gosta de coitadinhas e está habituado a elas. Por isso, o povo não se compadeceu com a Carolina, a tal, quando ela veio a público dizer que tinha sido vítima de violência por parte do Sr. Pinto da Costa. Está-se mesmo a ver... O povo não vai nessas histórias. O povo duvida que o Sr. Pinto da Costa lhe batesse, não por ser o Sr. Pinto da Costa, mas por ser a Carolina uma mulher do mal. O povo sabe que há mulheres que são vítimas de violência doméstica, ou melhor, o povo sabe que alguns homens perdem, ocasionalmente, a calma, e agridem as mulheres com uns tabefes, ou pior, por causa da bebida. Essas mulheres devem relevar tais atitudes. Mas o povo não quer que a Carolina desculpe o Sr. Pinto da Costa. O seu passado, presente, e o seu futuro (que o povo vê bem onde esta mulher vai parar) mostram bem que ela mereceu tal "aviso". O homem agora até foi alvo de um livro que o devassa na sua vida privada e profissional. O povo bem que quis avisar o Sr. Pinto da Costa dessa Carolina, dessa espertalhona. E a menina Elisa ali ao lado. Mas é homem, deixou-se ir. O povo está com Pinto da Costa. O povo repudia a Carolina. A menos que ela esteja arrependida. Se se arrepender, o povo estará também com ela. Mas menos.

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Dúvida

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Será a minha casa a única, neste país, ou mesmo planeta, que não tem qualquer enfeite, decoração, bola, fita, luz, boneco, musgo, presépio, árvore, ..., de Natal?

Não o fiz, não o faço e cada ano que passa sinto menos vontade de festejar e celebrar o que quer que seja…pergunto o que se passará comigo?

Sexta-feira, Dezembro 15, 2006

A diversidade do sim

Tendo a concordar com o Eduardo. Embora, como ele, não deixe de me rever na opinião do Boss, Miguel ou Cris. Repudia-me o "porque sim" porque esvazia a diversidade de argumentos em que assenta o Sim, de entre os quais, obviamente, o direito ao corpo e a exigência, digamos, de um útero anarquista e laico. As mulheres, pelo papel da maternidade, podem passar uma vida inteira sobre a tutela de um Estado com um rosto masculino. Para esse Estado, que é um reflexo da sociedade em que vivemos (e esta às vezes muda a um ritmo mais célere) a mulher será mãe. Mais cedo ou mais tarde. Primeiro, cabe à mulher zelar para que possa ser mãe (por exemplo, muitos discursos médicos sobre os disturbios alimentares - e.g. bulimia e anorexia - nas mulheres não passa pelo direito à sua saúde, mas pelo dever de se preservarem de consequências gravosas para o seu futuro papel de reprodutoras). Depois, estando grávida, a mulher deve alterar todas as práticas danosas à gravidez (porventura deixar de trabalhar). Finalmente, cabe-lhe ser boa mãe e há um conjunto de preceitos sociais e legais que zelam por isso mesmo. Não ser mãe implica, pois, que se pense a mulher, no seu direito ao corpo e à sexualidade, em moldes que não consubstanciam um mero ser reprodutor. E isso baralha muita gente e ao baralhar atenta contra a dignidade das pessoas, neste caso, das mulheres. Não é, pois, de estranhar que o Não, em caso de dúvida, opte pela segurança do feto, e não da mulher, uma pessoa já constituída, com direitos adquiridos. Neste discurso é claro, como diz o Miguel, que o útero não é da mulher, o útero é do inquilino (o feto) e/ou do propietário - o estado, a Igreja, a sociedade..
Agora, sejamos estrategas. Não o fomos em 1998. Não temos de abandonar o feminismo, a diversidade de argumentos, a exigência do direito à escolha, do direito à sexualidade, da dignidade das mulheres, que não são criaturas ocas que necessitam que o Estado e a sociedade as obrigue à maternidade responsável. Nem tão pouco temos de ser condescentes com um silêncio que nos envergonha ou com uma timidez de nos constrange. Temos de lutar, mas, concordo, devemos saber os públicos a quem nos dirigimos. Só vamos ter este momento para saber ter essa sensatez. E as mulheres agradecem que o façamos. Aquelas, as tais, que podem ser julgadas. É que se o Não insiste em desviar o discurso para questões que não estão a ser referendadas, também nós não o devemos fazer. O que nos é pedido é simples. Falar da despenalização / penalização das mulheres que interrompem uma gravidez até às dez semanas. O que nos anda atravessado há anos para reivindicar, para gritar, os direitos que achamos não dever ter de lutar mais por eles, porque constitucionalmente consagrados e que, por isso, deviam ser efectivamente aplicados, não tenhamos dúvidas, vão continuar presentes no quotidiano de cada um/a de nós. Mas, se não podia concordar mais com o que diz o Boss, "O que falta é arrastar esse Sim até às urnas", tenho dúvidas quando afirma que "o que falta é fazer campanha, seja qual for o formato ou discurso". O discurso deve existir, a campanha sem dúvida, e acho inclusive que se podem abordar vários aspectos (desde que não entrando em questões desnecessárias, as únicas de que fala o não, como, por exemplo, onde começa a vida). Contudo, imagens de mulheres envergando uma t-shirt, aos pulos e sorridentes, com a inscrição "eu abortei", ou "voto sim, porque sim", não só faz perder os indecisos, como torna alguns "sins" indecisos. (Recentemente estive num evento do sim, virado para pessoas do sim, e o discurso facilitista de alguns oradores em relação a esta questão teve um efeito contraproducente. ) A campanha deve ser pensada, cuidada, esforçada e agressiva... Deve ser agregadora e não fracturante. E acho que está a ser e que irá ser. Não devemos, ainda assim, contar com facilitismos ou com o apoio do Governo - O Governo vai-se empenhar tanto nesta discussão como no seu esforço para mudar a lei em Assembleia da República. Não podia concordar mais com o Miguel, mas, em última análise, defendo isto "o que está aqui em causa é as pessoas perceberem o que é uma campanha, para que serve, a quem se dirige, que objectivos pretende atingir", porque não me apetece nada ter de esperar por 2012.

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

E porque esta é uma época de paz e solidariedade...

Férias
do Lat. querias, não querias?.
s. f.o que não vais ter nos próximos meses.

Casais

Há os casais normais e os casais vulgarmente conhecidos como "casais mete nojo". Não são assim designados pelo facto das duas pessoas que constituem o tal casal serem de trato insuportável, mas tão somente porque foram reunidas duas criaturas de uma beleza rara, bem sucedidas e que ainda por cima parece terem um relacionamento saudável. Ora, o que a prática nos diz é que uma das pessoas do casal, apenas uma, ainda que sejam ambas menos bonitas,feias mesmo,é a mais vistosa. No fundo, é a que sustenta comentários como "Não sei o que x viu em y...". (ninguém está aqui a falar daquela coisa fantástica que se chama beleza interior...). Ora, este é um equilibrio que quando se quebra por um dos casais mete nojo é bastante irritante. É o caso da Jolie e do Pitt...



Ora, ele estava muito bem com a Aniston, que não era aquela beleza extraordinária de mulher, ou sendo bonita, não era o equivalente do Pitt. E a Angelina Jolie estava muito bem com aquele moço, particularmente feio, do Billy Bob Thornton... Mas não, tinham de se juntar os dois. Só para que a coisa não se repita, aconselho vivamente que as duas criaturas abaixo nem sequer se cumprimentem...


Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

Noções básicas para acompanhar uma conversa social dos tempos contemporâneos I

Carolina Salgado: cidadã portuguesa; desde Março de 2005, ex-companheira de Pinto da Costa; segundo o Correio da Manhã, mais ou menos por altura em que, alegadamente, protagonizou uma sessão de insultos dirigidos a dirigentes e jogadores do Benfica, à saída do clássico derby no Dragão; segundo o Sol, suspeita de três casos de incêndio.

Ricardo Bexiga: advogado; ex-vereador do PS em Gondomar; actual deputado do PS; autor das denúncias que deram origem ao processo Apito Dourado; foi agredido por dois indivíduos encapuzados, em Janeiro de 2005.

Jorge Nuno Pinto da Costa: dirigente desportivo do Futebol Clube do Porto; alegadamente, segundo Carolina Salgado, sofre de problemas graves de flatulência e entende que esfoliações são coisas de maricas e de mulheres.

Calor da Noite: bar de alterne da cidade do Porto, onde Carolina Salgado trabalhava e conheceu Jorge Nuno Pinto da Costa, ao som do Brand New Days de Sting. Segundo o Record, Carolina Salgado terá dito: “Comparado com o que vivi e passei, o Calor da Noite, o mundo da noite e do alterne é quase como um jardim infantil povoado de inocentinhas criaturas".

Eu, Carolina: o livro de que se fala e que, ao que parece, esgotou a primeira edição em apenas 5 dias; dedicado aos seus pais, filhos e alguns amigos, e, segundo o Correio da Manhã, a última dedicatória será assim: “E, por fim, a Jorge Nuno [Pinto a Costa], por tudo o que me ensinou. Sem ele este livro nunca teria sido possível.”; estamos em crer que vai começar a ser visto com assiduidade como leitura na primeira classe do alfa pendular.

Terça-feira, Dezembro 12, 2006


não consigo tirar da cabeça as "gaijas esquisitas"...

Quinta-feira, Dezembro 07, 2006

O Natal

O que mais me anima no Natal é pensar que a época de saldos vem logo a seguir...

Pelo direito à escolha

Terça-feira, Dezembro 05, 2006

As novas divisões do mundo contemporâneo

O mundo está repleto de divisões, já o sabemos. As dicotomias é que parece terem entrado em crise. Hoje, as tradicionais divisões de classe, raça, género, etc., complexificaram-se, ou demos nós conta da sua complexidade. Por exemplo, o mundo não se divide em ricos e pobres (embora esta ainda tenha um peso considerável), mas é necessário ver de que pobres e ricos falamos. Também as distinções com base no género e orientação sexual são mais intrincadas. Uma mulher é discriminada. Mas que mulher é esta? Uma mulher islâmica? Uma mulher negra? Uma mulher com deficiência? Uma mulher prostituída? Uma mãe solteira? Um gay é discriminado por ser gay. Mas o gay sem escolaridade será mais discriminado que o gay com capacidade económica e com um capital social e cultural significativo. Etc. Etc.
Tudo isto para dizer que, no meio da fluidez das dicotomias, eis que emerge uma nova que divide o mundo: aqueles que vêem o prison break e os que não vêem. E lamento, mas se por aqui se tem tolerância para com todas as outras formas de discriminação, esta não nos parece aceitável. Pode inviabilizar importantes reuniões e convívios. Claro que aqueles que não vêem, estão longe de ser uma categoria homogénea e, para eles, foi criada uma hierarquia de discriminação aceitável. Entre aqueles que não são muito discriminados e para o qual há alguma tolerância da nossa parte, encontram-se os que não viram porque nós ainda não disponibilizamos o dito material. Ok. A seguir a estes encontram-se os que estão a acompanhar outra série. Esses têm alguma da nossa solidariedade, embora não consigamos entender porque é que essa série de eleição não é o Prison Break. Os que têm alguma, mas não muita, enfim, mesmo quase nenhuma tolerância, são os que “não têm tempo de ver”. Meus caros, se há tempo para coçar a micose, há tempo para ver um episódiozinho. Finalmente, quase entrando na categoria da discriminação gratuita a roçar o ódio profundo, encontramos os pseudo. Aqueles que não vêem séries porque entendem ser perda de tempo, porque o tempo deve ser aproveitado de outra maneira, porque há tantos programas interessantes para ver… Estes não merecem a nossa simpatia. São pessoas do pior, que dizem bué, vestem-se mal, e reúnem em si todos os defeitos possíveis. São fraquinhos, vá lá. O novo choque das civilizações vai começar por aqui.

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

Pelo sim

O movimento pró-prisão de mulheres que realizem IVGs congratula-se do número de blogs que existem pelo não. Criados propositadamente para o efeito, lá está. O movimento pela despenalização não precisa criar blogs dirigidos especificamente para esta luta. Esta e outras lutas pelos direitos humanos já fazem parte do quotidiano de uma parte significativa de blogs. Os logos multiplicam-se. E este blog adere a eles:
Vejam estes:
- Agrafo

- Arrastão:


- Colectivo feminista

Sábado, Dezembro 02, 2006

tenho para a troca...

alguém quer? eu dou...

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